Especialista do Twice explica os próximos passos para uma aprendizagem mais global e conectada com os estudantes
São Paulo, janeiro de 2025 – De acordo com dados de 2023 do Ministério da Educação (MEC), houve um aumento de 64% na procura por modelos de ensino bilíngue no Brasil, ressaltando a forte preocupação que um idioma adicional, como o inglês, pode proporcionar na vida pessoal e profissional de muitos brasileiros, começando, principalmente, pelos mais jovens em anos iniciais de aprendizagem.
Não à toa, o ensino bilíngue passa a atravessar uma transformação significativa ano após ano, impulsionada por avanços tecnológicos e novas abordagens pedagógicas. Em 2025, conforme especialista, espera-se que a personalização, a inclusão e o uso de ferramentas possam redefinir a forma como estudantes aprendem dois idiomas, seja dentro ou fora da escola.
“Estamos prestes a viver uma era em que a educação bilíngue vai além do domínio linguístico. Trata-se de criar experiências que conectem alunos a culturas, contextos globais e, principalmente, ao futuro,” afirma Vanessa Codecco, head pedagógica do Twice Bilingual, sistema de ensino bilíngue da Rhyzos Educação.
Entre as tendências promissoras, Vanessa destaca a integração de tecnologias, como inteligência artificial (IA) e realidade aumentada (RA), como forma de personalizar o ensino, ajustando-se às necessidades e níveis de fluência dos alunos, bem como experiências imersivas, como visitas virtuais locais históricos e museus em outros países, tornando o aprendizado mais dinâmico e envolvente.
“Além disso, a personalização do ensino bilíngue irá se destacar como uma das abordagens mais eficazes. Métodos que levam em conta o perfil individual de cada aluno têm demonstrado resultados expressivos na retenção de conteúdos e no desenvolvimento da fluência, e ferramentas de análises de dados, por exemplo, ajudam professores a identificar padrões e a oferecer feedbacks em tempo real”, complementa a head.
A inclusão também está no centro das inovações para 2025, segundo a especialista. Tecnologias assistivas, como tradutores automáticos e materiais adaptados para alunos com necessidades especiais, estão tornando o ensino bilíngue mais acessível. Da mesma forma, a formação de professores continua a ser um dos pilares cruciais neste cenário.
Para Vanessa, em 2025, a capacitação deverá incluir o domínio de tecnologias educacionais e práticas inclusivas, uma vez que “professores bem preparados elevam a qualidade do ensino e inspiram os alunos a se superarem em cada aprendizagem”.
“Essa conexão global entre os estudantes ao mundo é o que molda toda a evolução que o ensino bilíngue pode ter. É uma porta de entrada para novas oportunidades, sejam elas culturais ou profissionais, preparando os alunos para contextos reais e expandindo seus horizontes.
Em relação a este ano, vejo que esses focos estão chegando com força para transformar a educação e preparar as novas gerações”, finaliza Codecco.





