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Superprodução “Ajoelhai” emociona público e celebra a Páscoa em Itabuna

Com templo lotado, musical apresentou a ressurreição de Cristo através do olhar de um general romano, unindo fé e arte

A apresentação do musical de Páscoa “Ajoelhai” lotou o templo da Igreja Batista Teosópolis (Teo) no último domingo (5), em Itabuna, no sul da Bahia. O público encantou-se com a qualidade do espetáculo, que retratou a ressurreição de Cristo sob a perspectiva de um general romano.Entre elogios à performance de atores e coristas, o público, atento e entusiasmado, aplaudia calorosamente ao final de cada cena.

O servidor público Gerson Oliveira, morador de Ilhéus, viajou a Itabuna com a família exclusivamente para prestigiar o espetáculo. “Muito emocionante e intenso. Uma performance bela e grandiosa do elenco que, apesar de não ser formado por profissionais, demonstrou alta qualidade técnica, nos comovendo pela acústica e pela dramatização”, elogiou, destacando ainda o orgulho familiar: “Adorei ver a performance da minha sobrinha, Maria Vitória”.Sua esposa, a servidora pública federal Luana de Jesus, compartilhou da mesma opinião: “O musical ‘Ajoelhai’ trouxe uma representação fiel da ressurreição de Jesus, conforme a Bíblia. A Igreja Teosópolis e todos os ministérios envolvidos estão de parabéns por resgatarem o verdadeiro sentido da Páscoa”, afirmou ela, acompanhada da filha Sofia.

O eletricista de auto e membro da Teosópolis, Adailton Novaes, não poupou elogios à apresentação: “Foi show, uma experiência emocionante e intensa. Eu já conhecia a competência do nosso pessoal, mas fiquei especialmente feliz em ver a participação do meu filho, Davi, e seu talento para o teatro e a música”, ressaltou.

A zeladora do Colégio Batista, Maria Vitória Rodrigues Oliveira, mostrou-se orgulhosa com a performance dos seus netos, João Marcos e André Lucas. “Eles são muito tímidos, mas no palco se soltaram, cantaram e se apresentaram muito bem. Fiquei muito feliz e orgulhosa em vê-los fazer tão bonito”, pontuou.

Vitalidade e Cultura

​Aos 89 anos, a poetisa Jésia Palmeira abriu o espetáculo com uma poesia autoral sobre a morte e ressurreição de Cristo. Chamou a atenção o fato de ela ter preferido a escada à rampa para alcançar o público e iniciar sua fala.

Uma superprodução

Com 63 minutos de duração, o musical “Ajoelhai” mobilizou 100 pessoas, entre elenco e bastidores. A obra é uma adaptação do Grupo Renascença para o musical “Bow The Knee” de Chris Machen e narra a história de um general romano dividido entre o dever militar e os milagres de Jesus, culminando no reconhecimento de Sua divindade.Com foco na imersão, o musical utilizou tecnologia e cenografia de ponta. O coordenador da área, Alisson Aguiar, destaca que a montagem trouxe inovações visuais e um detalhamento ambiental superior. A caracterização dos personagens é outro ponto forte, unindo maquiagem de padrão cinematográfico a figurinos de época produzidos artesanalmente. O projeto destaca-se ainda pela diversidade geracional, reunindo no palco integrantes de 13 a 80 anos de idade.

Emocionada, a regente Carolina Torquato celebrou o sucesso do espetáculo. “O resultado me deixou extremamente feliz. Ver a alegria do elenco e a acolhida do público é gratificante; demonstra que fomos bem-sucedidos em nosso propósito de transmitir a essência da Páscoa e o amor de Deus revelado em Cristo”, ressaltou.

Gabriel Junqueira, que acumulou as funções de coordenador de teatro e intérprete, celebrou o sucesso do espetáculo: “Sermos aplaudidos de pé é algo que nos deixa imensamente emocionados. Essa receptividade do público é a nossa maior motivação para a próxima edição.”

O pastor Geraldo Meireles enalteceu a adesão da comunidade: “O templo lotado e o entusiasmo de todos são motivos de gratidão. Agradeço a cada participante, membro da igreja e visitante presente. Quem não veio, perdeu uma excelente oportunidade”, afirmou.Ao final do espetáculo, o grupo entoou uma canção que arrancou calorosos aplausos de pé de um público visivelmente emocionado.

2 COMENTÁRIOS

  1. Seria bom rever essas citações, que certamente NUNCA FORAM DITAS pela Dra. Carolina Torquato, nem por Gabriel Junqueira.
    Nosso propósito e motivação como igreja, coral e ministério de artes cênicas, para qualquer ano seguinte NUNCA SERÃO APLAUSOS, mas o prazer de servir ao Deus vivo e Todo Poderoso!
    O intuito foi cumprido neste musical no último domingo, mas a escrita dessa redação foi errônea. Principalmente por dizer que alguém falou algo que nunca diria, ainda citado nomes.

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