As raízes profundas que sustentam a identidade baiana celebram o Dia do Sertanejo sob o sol da esperança e da valorização cultural.
A força que brota da terra
No pulsar vibrante das cavalgadas e no tilintar rítmico dos arreios, o sertão baiano reafirma sua grandeza como o berço da resiliência nacional. Ser sertanejo, como demonstram as imagens de união e festa, não é apenas uma origem geográfica, mas um estado de espírito forjado no despertar precoce e na labuta que não conhece descanso.
É a escrita da vida gravada no couro, onde cada rosto marcado pelo sol conta a história de um povo que deposita na fé e no trabalho a semente de um amanhã próspero.
Quando o Governador Jerônimo Rodrigues se une à montaria, vestindo o gibão e erguendo o chapéu de couro, ele não apenas cumpre um rito institucional, mas reverencia sua própria essência. Sua presença no lombo do cavalo simboliza um governo que entende que o desenvolvimento da Bahia passa, obrigatoriamente, pelo respeito às mãos calejadas que alimentam e constroem este estado.
Neste cenário onde a poeira da estrada se mistura à melodia das toadas, a celebração do Dia do Sertanejo transcende a homenagem burocrática para se tornar um manifesto de identidade. É a Bahia que se reconhece no interior, que valoriza a cultura do vaqueiro e a força da comunidade que mantém vivas as tradições mais autênticas do semiárido.
O compromisso de Jerônimo Rodrigues com o bem-estar desse povo é o que impulsiona as políticas de transformação, garantindo que o brilho nos olhos de cada criança sertaneja — como as que aparecem orgulhosas no cortejo — seja o reflexo de uma terra que colhe os frutos da dignidade.
Viva o sertão, pulmão vibrante de uma Bahia que caminha a passos largos para o futuro, sem nunca soltar as rédeas de sua história.
*Por Luiz Tito com informações de vídeo publicado nas redes sociais do Governador






