Sob a liderança da presidente Lourdes Santana, o núcleo cultural rende homenagem à história, resistência e beleza das mulheres negras latino-americanas e caribenhas.
A luz que guia a resistência e reafirma a história
Neste 25 de julho, o Núcleo Cultural, Educacional e Social Odungê, sob a condução inspiradora de sua presidente Lourdes Santana, presta uma emocionante homenagem ao Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A data ganha contornos de poesia e denúncia ao ecoar a máxima imortal de Bob Marley — de que enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.
Em meio a lutas históricas e conquistas diárias, a celebração do Odungê destaca a beleza, o poder e a ancestralidade de mulheres que transformam dores em poesia e silêncios em vozes altivas de liberdade.
Mais do que uma data festiva, o momento é um manifesto de valorização e respeito à trajetória inquebrantável da mulher negra na construção da sociedade.
Ao resgatar a força das raízes e o valor da identidade afro-descendente, o Odungê reafirma seu compromisso com a educação e a igualdade social, lembrando ao mundo que a verdadeira paz só será alcançada quando o brilho no olhar de cada mulher for o único farol a guiar o respeito e a humanidade.


