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domingo, 19 abril, 26
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​A Cor da Memória nas páginas do tempo: O legado de Ana Célia na Bienal

Entre o ontem silenciado e o amanhã representado, a autora lança a 2ª edição de sua obra fundamental sobre a presença negra nos livros didáticos

​O despertar da palavra ancestral

Sob o sol da Bahia e o teto da Bienal do Livro 2026, as letras deixam de ser meros sinais gráficos para se tornarem espelhos. O lançamento da 2ª edição de “A Representação Social do Negro no Livro Didático: o que mudou? Por que mudou?” não é apenas um evento editorial; é o desaguar de uma vida dedicada a retirar o véu da invisibilidade.

Ana Célia da Silva, com o olhar firme de quem conhece as lacunas da história, convida o público a um mergulho nas águas profundas do letramento racial, onde cada página virada é um passo em direção à justiça social. ​O encontro acontece hoje, 19 de abril, no Stand do Governo do Estado da Bahia (Pavilhão ASA B), das 16h às 17h.

É o momento em que a teoria acadêmica encontra o pulsar das ruas, sob a chancela da  Editora da Universidade Federal da Bahia, reafirmando que para mudar o futuro, é preciso primeiro entender as ferramentas que desenharam o nosso passado escolar.

Fonte: Maria Pérola Alonso


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