Documento assinado por diversos setores alerta para riscos econômicos, aumento da informalidade e perda de competitividade com a proposta de 40 horas semanais.
Impactos na produtividade e custos operacionais
Diversas entidades empresariais de Feira de Santana manifestaram, por meio de nota oficial, posicionamento contrário ao projeto de lei que visa reduzir a jornada de trabalho semanal para 40 horas no Brasil. O grupo argumenta que a proposta, se votada em regime de urgência, ignora a realidade da produtividade nacional e o elevado custo estrutural do trabalho no país. Segundo o documento, enquanto países da OCDE apresentam produtividade entre US$ 60 e US$ 80 por hora, o Brasil registra apenas cerca de US$ 22, o que tornaria a redução da jornada um fator de desequilíbrio econômico, forçando empresas a arcar com aumentos diretos na folha de pagamento sem o correspondente ganho de eficiência.
A nota destaca que a mudança não deve ser tratada como uma medida simbólica, pois impacta diretamente setores de funcionamento contínuo como comércio, saúde e logística. As instituições reforçam que a escala 6×1 é um instrumento de equilíbrio operacional e que sua alteração compulsória pode desorganizar cadeias produtivas, afetando especialmente micro e pequenas empresas. O texto conclui que, sem o devido enfrentamento da informalidade e uma análise técnica aprofundada, a redução da jornada representa um risco concreto à manutenção do emprego formal e à estabilidade da economia brasileira.
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