O “gado”, assim chamados os integrantes da extrema direita e/ou bolsonaristas, entrou em parafuso após a derrota eleitoral. Cegos, fanáticos, cheios de ódios e violência, marca registrada dos quase quatro anos de desgoverno, após bloqueios de rodovias, invadiram as portas do exercito e sob sol, chuva, sereno, fazem vigílias e aos gritos e prantos exigem um golpe militar para evitar a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
São cenas ridículas, risíveis captadas por câmeras de celulares que lotam as redes sociais e assombram de tão inacreditáveis que são. Onde morava esse povo? No Brasil? Foi preciso a ascensão de um governo de extrema direita, raivoso, incompetente, violento, que desmontou as conquistas sociais e jogou o país na extrema pobreza, que estimulou e protegeu crimes ambientais, corrupção, armou os mais violentos, as milicias, acabou com a educação pública, a ciência e tecnologia, a saúde pública, promoveu o genocídio durante a onda da Covid de quase 700 mil brasileiros, exterminou a cultura, perseguiu a população negra, as minorias de um modo geral, a imprensa, o STF, STE e os nordestinos, para que esse povo aparecesse, ostentando bandeiras e símbolos nazistas, confrontando a democracia.
E então o energúmeno presidente que de “mito”,” imbrochável”, valentão contra as mulheres, se revelou. Não era nada disso. Como um bebê chorão, quando assistiu o anúncio da vitória de Lula, caiu em prantos e se enclausurou no palácio com a ainda primeira dama Michele, usada como uma pregadora durante a campanha para convencer as madames evangélicas de que formavam o casal modelo da família tradicional brasileira, e de lá não arredam pé. Não tem mais lives semanais, xingamentos no cercadinho, o gado está à deriva.
O Brasil ficou livre da presença inoportuna daquela figura execrável. Enquanto isso, Lula reina e encanta o mundo. Festejado e aplaudido de pé no Egito onde participa da COP 27, incluiu o Brasil novamente no mapa Mundi, e o mundo respira aliviado sem o capitão.
Viva o Brasil! Viva o povo brasileiro, o fascismo não passará. Lula presidente, sem medo de ser feliz.
Por Messias Gonzaga





