O debate sobre a maconha medicinal no Brasil ganhou um novo capítulo, com a criação, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de um ambiente regulatório experimental voltado ao cultivo e à pesquisa. Houve, então, a atualização das normas anteriores como resposta ao reconhecimento, pelo STJ, da legalidade da produção exclusivamente para fins medicinais e farmacêuticos. Na prática, a medida abre brechas institucionais para avançar em um campo historicamente marcado por restrições legais e insegurança jurídica.
Em entrevista à Revista Radis, Diogo Dias, presidente da associação de pacientes, profissionais de saúde e ativistas em prol do uso da cannabis (AMME Medicinal), aponta que o avanço ainda está distante de se tornar uma política pública estruturada, mas enxerga como uma luz no fim do túnel: “Longe de representar uma regulamentação plena do cultivo, mas que pode abrir sim um caminho para ampliar a oferta de produtos”.
Foto: Revista Five
Fonte: Outra Saúde





