Flagrei - Falta de refrigeração e exposição a contaminantes no transporte improvisado colocam em risco a saúde dos consumidores locais.
O flagrante de grandes peças de carne sendo transportadas e comercializadas em carrinhos de mão, sem qualquer proteção térmica ou barreira contra a poluição das ruas, acendeu um sinal de alerta entre especialistas em vigilância sanitária.
A prática, embora comum em algumas feiras livres e periferias, viola normas básicas de higiene, pois o contato direto do produto com superfícies não esterilizadas e a exposição ao sol aceleram a proliferação de bactérias perigosas, como a Salmonella e a E. coli.
Riscos à saúde pública e fiscalização
Para quem compra, o preço reduzido pode esconder um custo alto para a saúde, resultando em graves infecções gastrointestinais. De acordo com agentes de fiscalização, o transporte de proteína animal deve ser feito exclusivamente em veículos refrigerados e higienizados, garantindo que a temperatura interna da carne não ultrapasse os níveis de segurança.
Sem o devido selo de inspeção e o acondicionamento correto, o produto é considerado impróprio para o consumo humano e está sujeito a apreensão imediata pelas autoridades competentes.
Foto: Luiz Tito



